Domingo, Novembro 26

Furchten auf den Abgrund zu springen ist ja darin abzufallen.





Sábado, Novembro 25

Arqui 90- 04. Seriado Japonês
categoria: televisão

Mentira. Isto não devia estar aqui. Por alguma eespécie de super-poder mágico, os desenhos animados japoneses (oh, pecado! é "mangá"!) sempre existiram, talvez mesmo antes de invetarem televisão. Afinal, tudo é inventado no Japão, na China e simpatizantes, não é mesmo?



Samurai Warriors: uma equipe de samurais (?) vestindo armaduras mega-produzidas

O fato é que os seriados japoneses, incluindo desenhos e não desenhos, inundaram o a TV brasileira na década de 90, de modo que qualquer criança, só de ficar na frente da telinha, aprendia a ler todas os Kanjis da vinheta de abertura. Seria uma injutiça se não fizéssemos aqui uma menção honrosa à TV Manchete (ainda terá um post exclusivo), que foi uma das maiores responsáveis pela febre.

Toda criança desta época quis namorar a Saori Kido e soltou pelo menos um "meteoro de pégasus" no seu amiguinho. Ser um cavaleiro do zodíaco (detalhe: nenhum dos protagonistas é do zodíaco, não ocidental pelo menos) era um sonho a ser alcançado a todo custo. As armaduras (sempre elas), personalizadas de acordo com o bicho de que o cavaleiro era, giravam e montavam sozinhas! Na mesma onda de muita porrada, os cabeludos do Dragon Ball soltavam poderes brilhantes e explosivos que aniquilavam um planeta a cada episódio. A pancadaria toda era atrás das tais preciosas esferas do dragão. Tudo desculpa esfarrapada, claro, para batalhas intermináveis! Às vezes a esfera era uma bola de verdade mesmo, como em Super Campeões. O que a princípio era para ser futebol (orientais jogando futebol? isso é coisa do Zico..) virava na verdade um desenho de luta, com as tomadas, movimentos e berros idênticos, como se os jogadores soltassem poderes ao simplesmente chutar a bola pro gol.




Queimar a cosmo-energia era a diversão preferida do final de tarde; Dragon Ball: o cabelo acompanha o tamanho da fúria.

Vestidos com armaduras metálicas (japoneses tem algum problema com armadura, não é possível), os justiceiros do Esquadrão Winspector e Solbrain defendiam a ordem contra o crime o mesmo papo de herói defensor do sistema). E tinham sempre à disposição muitas tranqueiras tecnológicas, raios coloridinhos e todo o tipo de tech-parafernalha com nomes megabiônicos extraplanetários para liquidar os monstros (Afinal, o que eles querem tanto em Tokyo?).

Bom, pelo menos nesta parte eles não podiam reclamar, ao contrário da formiga gigante Black Kamen Rider, que depois evolui, à maneira dos ainda vindouros Pókemons, para Kamen Rider Black RX. Aparte da troca ridícula de nomes (sim, Pókemons também trocam de nomes quando evoluem: vai ver que o nome é o segredo da transformação), nada melhorava naquele inseto gigante, que pensava que intimidava alguém naquela roupinha preta colada. Não, uma formiga nunca poderia ser um herói, e quando tentaram, deu nisso. Na versão RX, ele tinha uma motoca que aparecia e ia embora sozinha nos momentos de tensão. Isso não melhorava nem um pouco o seu ridículo.




Olha o naipe do parceiro: ele realmente achava que colocava moral nos monstros?

Mas ele não estava sozinho. Também tinha o famoso Ninja Jiraiya para lhe fazer companhia. Seu visual era diferente, realmente. Um figurino bem suspeito, que não protege como uma armadura (...), nem é confortável(¿) como a roupa coladinha do Kamen Rider, e muito [muito!] menos bonita, como as armaduras dos cavaleiros. Era só pra fazer a pose de ninja moderno mesmo. Com o golpe frontal da sua espada olímpica (personagens japoneses sempre anunciam o golpe. Por que os monstros nunca evitam-no?), estrebuchava o oponente fazendo-o estourar em faíscas mil enquanto fazia sua pose de vitória atrás do morinbundo olhando para a câmera (!).





Niiinja, Jira, Jaya!: o maior desafio de todos era aprender a cantar as musiquinhas de abertura, todas em japonês, claro.


As meninas também tinham seu espaço. Sailor Moon e Guerreiras Magicas de Rayearth enfeitavam a TV com as heroínas de sainha curta, cabelos estilosos e, sobretudo, malabarismos sensu-ops, digo radicais em seus golpes. Tirando isso, sempre o mesmo quebra-pau. E foi assim que cresceu toda uma geração de crianças que não podia brincar lá fora ou porque estava chovendo, porque os amiguinhos eram chatos ou porque tinha tiroteio na rua. Agora, uma pausa para os comerciais.






Segunda-feira, Novembro 20

me lembre de xingar o servidor do blogger, só mais uma vez





Quarta-feira, Novembro 15

É o poder mágico do som, iconizado na flauta de Pã, que desperta a insanidade sinistra (unheimlich) em cada um e realiza a comunicação do mundo material com o mundo espiritual

Não..isso não pode ter saído de mim...desintoxicação urgente...





Terça-feira, Novembro 14

Se a notícia de Vilhena já era boa, esta então superou todas as expectativas.





Domingo, Novembro 12

Um par de polaina.
Uma lasanha.
E só.

.E o resto vem depois





Quarta-feira, Novembro 8

[Psicoses, surtos compulsivos e outros. Desculpem os transtornos]
Sim. Ele um monstro, uma figura lendária, saído de outro mundo. Com seus acentos todos oxideslocados, assassinou e ressucitou uma pequena mente ambiciosa. O nome do monstro é Eric Landowski






Sexta-feira, Novembro 3



Be my heart a well of love
Flowing free so far above