Quarta-feira, Outubro 25

Trova Infantil

Agora que está chovendo
Não dá pra ficar correndo
Não dá pra brincar lá fora
Nem de pipa, nem de bola
Mas por isso não faz mal
Tem um jogo bem legal
Pra brincar e fazer hora
Só pra chuva ir embora
E ninguém desanimar
Agora vou explicar
Como é que a gente joga
Todo mundo senta em roda
Pronto para adivinhar
Pra dar a resposta certa
E só a criança esperta
É que consegue acertar
Agora muita atenção
Que o jogo vai começar
Quem não quer, não brinca não
Então um, dois, três e já:

Quem é que mora na mata
De garra muito afiada
Tem bigode e não é gata
Ruge brava e dá patada?
A gente sabe que é
A tal da onça-pintada

Tem um passo de gigante
Muito forte e bem pesado
Ergue alto a tromba grande
E faz cara de invocado?
Vocês devem ter lembrado
Do enorme elefante

Seu nariz é de tomada
Rosa e gordo por inteiro
Morto vira feijoada
Vivo mora num chiqueiro?
Já matei essa charada
É o porco do açougueiro

Vai pulando na floresta
Com seu rabo bem comprido
Mostra a bunda, coça a testa
Rouba o bobo distraído?
Muito fácil saber esta
É o macaco, não duvido

É lá no rio que ele mora
Vive sempre mergulhado
Só com o nariz de fora
Morde muito afiado?
Deixa que eu respondo agora
É o jacaré malvado

Quem é que mora na mata
De asfalto e pedra alagada
Não dorme nem de madrugada
Mexendo com coisa chata?
Essa foi bem complicada
Não sei a resposta exata

Ele tem enorme pança
Mas tem medo da comida
Que nunca lhe dá sustança
A fritura proibida?
A gente que é criança
Nunca viu isso na vida

Aqui vai mais uma pista
Agora dá pra adivinhar:
Empina alto toda a crista
Pra de noite acasalar?
Bicho assim na minha lista
Não consigo encontrar

Seu curral é muito imundo
Avizinhando outros currais
Que somando faz do mundo
Chiqueiro sujo demais?
Quero saber mais a fundo
sobre estes animais

É uma raça predadora
Quando ataca é mortal
Bote, tiro e voadora
É defesa natural.
Só quem sabe é a professora
Dessa fera colossal

Nunca vi um bicho tal
Não consigo adivinhar
Mais parece um monstro mal
Neste jogo de cantar
Mas que bobo animal
Nesse eu nem quero pensar!





Domingo, Outubro 22

Trovoada em Vilhena - RO

Puxa, que notícia importante e bem elaborada! Quando é o vestibular pra jornalismo mesmo? [ah! ¿E onde é que fica Vilhena, alguém sabe?]





Segunda-feira, Outubro 9

Mais uma tradução tosca. Estou investindo, pois pretendo atingir nível profissional em tradução e interpretação tosca, o que por sinal ainda está muito longe como se vê pelo "resultado"...


The Trooper
Iron Maiden

You'll take my life but I'll take yours too
You'll fire your musket but I'll run you through
So while you're waiting for the next attack
You'd better stand there's no turning back.

The bugle sounds and the charge begins
But on this battlefield no one wins
The smell of acrid smoke and horses breath
As I plunge on into certain death.

Ooohhh öööhhh øøøhhh ooh! (x2)

The horse he sweats with fear we break to run
The mighty roar of the Russian guns
And as we race towards the human wall
The screams of pain as my comrades fall

We hurdle bodies that lay on the ground
And the Russians fire another round
We get so near yet so far away
We won't live to fight another day.

Ooohhh öööhhh øøøhhh ooh! (x2)

We get so close near enough to fight
When a Russian gets me in his sights
He pulls the trigger and I feel the blow
A burst of rounds take my horse below.

And as I lay there gazing at the sky
My body's numb and my throat is dry
And as I lay forgotten and alone
Without a tear I draw my parting groan

O recruta
Mulé de ferro

Tu me apaga mas te apago também
Tu me pipoca mas vou te capotar
Enquanto espera mais um quebra-pau
Tu num foge que não dá pra arregar

Morteiro estoura e começa o arrastão
Mas nesse morro ninguém ganha não
Fedentina de cavalo e marofa
Enquanto eu cavo minha própria cova

Ooohhh öööhhh øøøhhh ooh! (x2)

Pangaré sua e corre em disparada
Trabuco russo solta outra rajada
Vamo no pique contra o muro humano
Grito de dor quando cai os meus mano

Nóis pula os presunto morto no chão
Os mano russo dispara os rojão
Nóis chega junto mas ainda é mó rolê
Nóis num vive pra tretar outra vez

Ooohhh öööhhh øøøhhh ooh! (x2)

Nóis cola junto pronto pra tretar
Quando o russo começa me secar
Puxa o gatilho e eu tomo o rojão
Os pipoco mata o meu alazão

Estrebuchando e olhando pro céu
Minha carcaça foi pro beleléu
Tô largado aqui sozinho e esquecido
Sem se borrar dando berro ferido