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Segunda-feira, Setembro 26
Canção Folclórica Latinoamericana
(melodia: "Carneirinho, carneirão")
Mençaliiinhu, meeençalão, çalão, çalão
No país¯da corruuupissão, pissão, pissão
Disse Dirceu, nossuuu dotô, dotô, dotô
Para todos, renunciarem
O futebóóól nu¯taaapetão, petão, petão
E no Senaaadu¯soneeegação, gação, gação
A Rede Glooobo jááá falô, falô, falô
Para todos, desarmarem
Tem robalheeera næ¯eeeleição, leição, leição
Tiro no Mooorro du¯Aaalemão, lemão, lemão
O brasileeeru¯acreeeditô, ditô ,ditô
Até as coisas, avacalharem
(mais canções a seguir)
Quarta-feira, Setembro 14
Non-multiliteracy drunken
Em cinco horas pode-se fazer uma cirurgia. Pode-se fazer uma audiência na câmara dos deputados. Em cinco horas uma batalha pode definir toda a guerra. Ou demolir um sonho de mundos.
Nada de piadas, nem de conversas supérfluas. Iceberg de mágoas, um pingüim de esperança. Maquiagem preta vinho saia. Sobretudo entristecido. Porém monossilábico. Distância a(f/rr)ogante.
((Ué? não era isso que você queria?))
procura... Nada. através de olhares desencontrados. Pra que dom? Nada parece justo. ("Não. Eu não sou seu amigo") Carrasco e vítima. Metralhadora de guitarras. Coração estilhaçado, sangue pra todo lado, olhar embaçado. [corpo entorpecido e garganta seca] Morto de pé do que vivo de joelhos. Morto-vivo de paixão. Contemplando o túmulo mudo, olhos fixos de ressureição. Silêncio. Lata vazio coração palco desiluminado. Prazer ou perplexidade - nem uma palavra em qualquer uma das línguas. Mordaça invisível, armadilha não-verbal. Porque já não é necessario dizer nada.
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